Numa comparação entre o Império Romano e os Estados Unidos, hoje nação imperialista dominante sobre o restante do mundo, o autor escreve diversos ensaios a partir de uma tese: a de que os
bárbaros não teriam sido responsáveis pela queda do império se não houvesse uma corrosão de dentro para fora. Ele se indaga: teriam os pobres e desvalidos chorado a decadência de seus opressores?
Do mesmo modo, nos dias de hoje, classes e países despossuídos, os novos bárbaros, festejam a crise vivida pela América de Bush, em rota de colisão com seus próprios limites.
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